Marketing Político – agosto 18th, 2010

Por Marianna Magnoni

A propaganda política não foi criada com Obama, ela existe há séculos. Nazistas, comunistas, democratas e até anarquistas a usaram para divulgar idéias. Existiu uma época na qual quem fosse pego fazendo propaganda política de partidos que não fossem o do governo vigente seria condenado a morte.

Isso nunca funcionou, a propaganda é incontrolável e é natural que se espalhe em todas as direções, de acordo com Goebbels: “Fazer propaganda é falar de uma idéia por toda a parte, até nos bondes. A propaganda é ilimitada em suas variações, em sua flexibilidade de adaptação e em seus efeitos”.

Para o bem ou para o mal, o marketing político não pode ser extinto, política permite projetar seu desejo de aventuras e de heroísmo em um estadista ou líder político. Toda a habilidade da propaganda consiste em fazer-nos acreditar que esse estadista, esse chefe de partido, esse governo nos representar e não somente defender nossos interesses, mas também endossar nossas paixões, nossos cuidados, nossas esperanças, mas até que ponto isso é verdade? Até que ponto as pessoas acreditam no horário eleitoral?

“Propaganda” é uma das palavras mais desacreditadas. Muitos consideraram a propaganda como um método de perversão e de mentiras. A conseqüência disso é que a propaganda, função política natural, se escondeu na informação, esconde-se por detrás das “notícias” e das estatísticas.

Não podemos matar, como era já foi feito, quem faz propaganda política, ou ignorá-la. Ela estará presente de qualquer forma. A única solução é informar a população sobre as técnicas e formas de se fazer propaganda eleitoral, para que assim, seja possível aumentar o grau de discernimento na hora do voto. A questão é: Quem fará isso

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Classe C sutentável? – agosto 17th, 2010

Por Marianna Magnoni

Produtos, campanhas e marcas estão sendo desenvolvidas para fisgar a classe C. De acordo com uma pesquisa realizada pela Data Popular os consumidores dessa classe movimentarão cerca de R$ 158 bilhões no próximo ano. A empresa que sair nas graças desse segmento pode-se considerar muito feliz, mas como fazê-lo?

As classes mais altas estão dispostas a pagar a mais para serem sustentáveis. “A classe C, vai ver quanto os eletrodomésticos consomem de energia. Mas porque ela está preocupada com a carteira, não com o mundo.”, disse Fabio Marano professor da ESPM.

Outro motivo que afasta o consumidor da classe C dos produtos verdes é muito simples, eles não sabem ao certo o que significa sustentabilidade. A maioria desses consumidores é oriundo do sistema público de ensino, por isso eles não tiveram a sustentabilidade como um valor desde criança e esse é um fator decisivo para que seja criado um consumidor consciente.

Infelizmente apelos sócio-ambientais não são a melhor forma de atrair o consumidor da classe C, mas talvez isso mude com as novas gerações, mas de qualquer forma o preço sempre será um importante argumento para esse segmento na hora da compra, talvez seja a hora de se pensar em como baratear a tecnologia verde.

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Sexo verde – agosto 13th, 2010

Por Marianna Magnoni

Todos sabem que o mercado verde esta em crescimento. A cada mês surgem novos produtos e serviços que prometem satisfazer o consumidor e  de quebra ajudá-lo a preservar o meio ambiente. Ha quem defenda que daqui a alguns anos todos os produtos e serviços terão sua versão verde, e parece que essa afirmação se tornará verdade.

No dia 12 de junho foi inaugurado o primeiro motel ecológico do país. Eficiência energética, uso racional da água, preferência por materiais ecologicamente corretos e preservação ambiental são algumas das novidades do Vitara Motel. Apesar de todo esse cuidado o apelo ecológico não é o único atrativo do lugar, a suíte mais luxuosa possui capacidade para receber 80 convidados de uma única vez.

Camisinhas também podem ajudar o Brasil a crescer de forma sustentável. O governo brasileiro construiu em Xapuri, no Acre, a primeira fábrica do mundo a produzir preservativo com látex de seringueira nativa. Dessa forma não será mais preciso importar matéria-prima da China ou Tailândia. Alem disso fábrica incentiva a produção local.  Com a fábrica o governo pode gerar 150 empregos diretos, que envolverão cerca de 500 famílias da Reserva Extrativista Chico Mendes. As camisinhas serão chamadas  Natex e serão distribuídas de graça, pois são parte do programa do governo de combate à Aids.

Definitivamente não existem limites para a imaginação de quem quer ganhar dinheiro e ajudar  os consumidores a dormirem, sem peso na consciência. Praticamente todos os produtos e serviços existentes podem ser modificados para se tornarem mais benéficos a sociedade, esse é o momento para os jovens empreendedores pensarem verde.

Prostitutas e lixo – agosto 11th, 2010

Por Marianna Magnoni

Quando Manet expôs seu quadro Olympia em uma galeria de Paris os críticos se sentiram insultados, como ele tinha tido coragem de pintar uma prostituta nua e ainda por cima sem nenhuma técnica? Definitivamente aquilo não poderia ser considerado arte. Mas, então o que pode ser considerado arte? Essa pergunta feita pelo movimento Dada até hoje não foi respondida e dificilmente será.

Se no século XIX pintar prostituas era ofensivo, hoje fazer arte com lixo é admirável, afinal é uma forma de reutilizar o lixo e de ilustrar para a população sobre a enorme quantidade de lixo gerada por habitante.

Vik Muniz é um ótimo exemplo de um artista transgressionista que usa o lixo como forma de expressão.  Ano passado o MASP organizou uma exposição somente com quadros de suas obras e esse ano as imagens que aparecem na abertura da novela Passione são de seus trabalhos.

Para quem gostaria de conhecer melhor esse tipo de arte, em São Paulo está acontecendo a exposição  Poor -art  do artista plástico  Flávio Rossi, que recolhe os mais variados tipos de lixo jogados nas caçambas da cidade de São Paulo para criar obras de arte, como pinturas e esculturas, que, hoje, são reconhecidas internacionalmente. A exposição acontece no Espaço Cultural Chakras, no bairro dos Jardins.

Esse tipo de arte atrai a simpatia e admiração de quem a vê, por esse motivo é extremamente interessante para as empresas associarem suas imagens a esses artistas. Se em 1863 críticos cometeram o erro de dizer que pintar uma prostituta não era arte, em 2010 executivos não podem cometer o erro de negarem a relação entre arte, meio ambiente e imagem de marca.

Exposição Poor-Art
Data: 3 de agosto a 3 de outubro
Horário: de terça a quinta, das 12h à 1h; sexta e sábado, das 12h às 2h; domingo, das 12h à 0h
Local: IQ Art Gallery, do Espaço Cultural Chakras
Endereço: Rua Dr. Melo Alves, nº 294, Jardins – São Paulo/SP
Entrada gratuita
Mais informações pelo telefone (11) 3062-8813 ou no site do Espaço Cultural Chakras

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Embalagem verde – agosto 5th, 2010

Por Marianna Magnoni

Todo mundo sabe que não se deve julgar livro pela capa, mas e produto pela embalagem? Embalagens existem desde os tempos mais remotos da historia da humanidade. Quando o homem deixou de ser nômade surgiu a necessidade de estocar os alimentos que ele produzia, sendo assim criou recipientes de estocagem. A embalagem começou a ganhar importância no marketing quando surgiu o auto-serviço, que extinguiu os antigos vendedores fazendo com que a escolha de uma ou outra marca fosse responsabilidade do consumidor.

Sendo a embalagem uma das maneiras mais eficientes de tangenciar a marca para o consumidor é natural que com o advento da preocupação com o meio ambiente as empresas procurem conciliar a embalagem com a imagem que desejam transmitir ao consumidor. A Natura anunciou, por exemplo, que a embalagem do refil do sabonete de erva cidreira terá um selo que mostre ao consumidor que o plástico usado na confecção é 100% de resina de cana.

Atitudes como a da Natura ganham a simpatia do consumidor e isso se traduz em um trunfo para essas empresas na hora da compra. De acordo com uma pesquisa realizada pela WWF metade dos consumidores preferem comprar produtos que possuam embalagens recicláveis.

A Bimbo, indústria de pães, é dona das marcas Pullman, Nutrella e Plus Vita, , acaba de lançar no mercado brasileiro uma linha de pães, a Vitta Natural, com embalagens de plástico oxi-biodegradável, que se decompõe em cerca de três a cinco anos, um tempo bem menor do que o plástico convencional. Esse tipo de material é ideal para um pais como o Brasil em que menos de 1% de todo o lixo produzido é reciclado.

As primeiras embalagens produzidas pelo homem podem até hoje são encontradas em expedições arqueológicas. Essa durabilidade foi um fator decisivo para que o homem primitivo as usasse. Se daqui mil anos as embalagens atuais ainda existirem, o homem moderno não irá existir. As empresas precisam estar cientes disso e transmitir para os consumidores o quão importante é para elas esse fato.

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Certificado ou Reciclado? – julho 29th, 2010

Por Marianna Magnoni

Alguns gurus chegaram a dizer que com uma maior democratização das tecnologias digitais o papel iria deixar de existir. Eles estavam muito errados. Segundo dados do Worldwatch Institute, o consumo mundial de papel cresceu mais de seis vezes desde a metade do século XX.

Para suprir essa demanda, além de a produção mundial de papel ter aumentado de forma drástica, os pólos de produção mudaram dos países europeus para países periféricos. Isso ocorreu porque as leis ambientais nos países periféricos são bem mais frágeis que nos países europeus.

A industria de celulose é conhecida como uma das mais poluidoras, mas o papel reciclado parecia redimi-la aos olhos do consumidor. Várias empresas resolveram usar o papel reciclado para agradar seu publico, mas com a enorme procura pelo produto o preço subiu. Nesse cenário propicio surgiu o papel certificado.

O papel certificado, calculado para diminuir o impacto ambiental, representa um grande avanço nesse sentido. Para ser certificado ele precisa respeitar princípios e critérios como a proteção e preservação da biodiversidade. Mas será que ele apresenta menos impacto ambiental que o reciclado?

A pesquisa “Examples of LCAs for Management Decisions in Europe” estudou o ciclo de vida do papel e confirmou que, na média, o reciclado gera menos impacto ambiental do que qualquer papel virgem, incluindo os certificados. O principal motivo é simples e óbvio: o papel reciclado poupa as árvores.

Segundo a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) embora o Brasil seja o quarto maior produtor de celulose do mundo, metade de todo o papel que produzido aqui é reciclado. Porem, mesmo que 100% o fosse, o fornecimento de papel virgem ainda seria uma necessidade do mercado. Assim, o papel certificado deve substituir o papel branco, mas não o reciclado.

As empresas precisam analisar e decidir qual o melhor tipo de papel para elas e depois informar sobre as diferenças entre os dois papeis, explicando ao consumidor o que as motivou a fazer tal escolha, e não simplesmente levar o consumidor ao erro fazendo crer que o papel certificado causa tanto impacto quanto o reciclado.

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O que vai deve voltar – julho 26th, 2010

Por Marianna Magnoni

Esse mes o senado aprovou  a lei que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Essa lei está sendo considerada um marco na área ambiental. Ela pode em pouco tempo mudar a maneira como toda a sociedade lida com a questão do lixo.

Um dos aspectos da lei que mais deve afetar o meio empresarial é a obrigação da logística inversa, ou seja as empresas devem recolher embalagens e outros materiais ligados a sua à produção industrial  depois que o consumidor as tiver usado e descartado. Essa prática tem como objetivo prolongar a vida útil dos produtos, reduzir custos operacionais com reutilização de materiais e reduzir a degradação do meio ambiente.

Seria um erro para qualquer empresa ver a obrigação da logística inversa como um problema, definitivamente ela é uma oportunidade. Através dessa pratica é possível mostrar ao consumidor a preocupação da empresa com o meio ambiente e também ressaltar que seus produtos podem ser reciclados, como a Natura vem fazendo a anos. Promovendo essa idéia a empresa estará fazendo marketing verde e se beneficiado disso.

A Tetra Park é uma empresa preocupada com a reciclagem de seus produtos . De acordo com o site da empresa, www.tetrapak.com.br, ela buscou tornar ações de preservação do meio ambiente parte do seu negocio. Uma das práticas realizadas é a parceria com empresas recicladoras de papel. Dessa forma a Tetra Park propicia um aumento na transferência de tecnologias para reciclagem e cria um mercado para as embalagens longa vida pós-consumo.

Outra empresa que merece ser citada é a Drebor, líder em tecnologia para recapagem de pneus. Seu diferencial é uma tecnologia que permite uma economia de 25%, que só é possível pela reutilização de material conseguido através da logística inversa.

Tornar a logística inversa parte do negocio é um desafio, mas a Tetra Park e Drebor provam que é possível superar e colher inúmeros benefícios, basta que as empresas descubram a melhor forma de empregar tal pratica em seu cotidiano e comuniquem aos consumidores a ação que realizam.  De qualquer forma é melhor que as empresas se apressem, já que para muitas delas realizar para logística inversa de forma eficiente será um longo caminho.

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Consumidor consciente? – julho 19th, 2010

Por Marianna Magnoni

Ninguém gosta de poluir o meio ambiente, mas será que o consumidor realmente se importa em comprar produtos de empresas que o poluem De acordo com a TNS RI a maior parte dos brasileiros, 51%, se considera envolvida com o meio ambiente e afirmam que fariam mais em nome da sustentabilidade se soubesse como.

O Greenpeace para incentivar esses 51% publicou uma lista com as 18 empresas de eletrônicos consideradas mais verdes -veja a lista aqui http://migre.me/US6i – .Dessa forma a entidade acredita que se tornará mais fácil para o consumidor a decisão de compra por um produto ou outro. A lista leva em consideração o consumo de energia, uso de materiais tóxicos, programas de reciclagem e emissões de gases do efeito estufa. Mas será que essa lista realmente influenciará na hora da compra?

A pesquisa do TNS RI afirma que 24% dos brasileiros não se preocupam em comprar produtos “verdes”. Para 52% deles, o motivo principal é a dificuldade para encontrá-los nas prateleiras. Mesmo que os produtos verdes estejam presentes, eles não sabem se vender. Em uma prateleira de super mercado existem dezenas de produtos, como fazer para que produto chame a atenção para o fato de ser verde e alem disso mostre que possui tanta ou mais qualidade do que os concorrentes não-verdes?

Há quem diga que descontos podem resolver a situação, pois incentivam a experimentação do produto, mas alem de se tornarem ineficientes a longo prazo, podem causar no consumidor a percepção de que os produtos possuem menor qualidade. Sabe-se que cerca de 80% das decisões de compras são realizadas no ponto de venda, sendo assim as empresas devem investir em ações educacionais na hora da compra como, displays digitais, promotores de venda e tantas outras maneiras de conscientizar o consumidor na hora da compra.

Ninguém gosta de poluir o meio ambiente e o consumidor está pronto para comprar produtos verdes, mas para isso ele precisa saber aonde estão esses produtos e por que esse produtos são realmente verdes, mesmo porque é o produto que tem que achar o consumidor e não o contrario.


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Ih! Sujou…. – julho 13th, 2010

Por Marianna Magnoni

No dia 20 de abril houve uma explosão no Golfo do México. A partir desse dia a empresa British Petroleum começou a tentar conter um vazamento de óleo que viria a se tornar uma das maiores catástrofes ambientais do mundo. “Lidar com o vazamento de petróleo na superfície levará dois meses”, disse o comandante da Guarda Costeira, almirante Thad Allen, mas a questão é que “os problemas de longo prazo como recuperar o meio ambiente e os hábitats levará anos”, acrescentou Allen. No dia 5 de junho BarackObama afirmou que “O impacto econômico deste desastre será significativo e duradouro”.

Por mais difícil que seja recuperar os danos causados ao meio ambiente, provavelmente será ainda mais difícil recuperar a imagem da British Petroleum. Nós últimos 4 anos a empresa gastou cerca de US$ 600 milhões para se tornar mais verde aos olhos do consumidor, mas com o derramamento de petróleo o grupo inglês viu todo o seu esforço ruir.

É inegável que a empresa esteja se esforçando para limpar sua imagem, prova disso é a enorme quantia cedida, 1,25 bilhão de dólares, para reparar os danos causados pelo vazamento no Golfo do México. Contudo o investimento parece ter sido pouco aos olhos do consumidor. O site Logomyway.com, por exemplo, criou competição que propõe
um redesign para a logomarca da empresa a fim de encontrar um símbolo que reflita como os consumidores vêem a marca. O concurso recebeu mais de 300 trabalhos e dessa forma, mostrou como 4 anos e 600 milhões de dólares podem ser rapidamente apagados da mente do consumidor e que 1,25 bilhão de dólares é uma quantia pequena em comparação a todo o esforço que a British Petroleum terá que realizar para limpar seu nome.

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O viral do xixi – julho 7th, 2010

Por Marianna Magnoni

Se há dois anos alguém dissesse, “Eu faço xixi no banho”, provavelmente você olharia para essa pessoa e pensaria, “Eca! Que nojo!”. A campanha Xixi no banho criada pela agência de publicidade F/Nazca Saatchi &Saatchi para o movimento ambiental SOS Mata Atlântica mudou essa historia e mostrou que é possível economizar 4.380 mil litros de água por ano, apenas incentivando que as pessoas façam xixi no banho.

Irreverente, divertida e provocativa a campanha ganhou um Leão de Prata na categoria Relações Públicas (PR Lions), e outro na nova categoria do festival de Cannes, chamada Film Craft, criada para dar mais prestígio às produtoras de comerciais.

A campanha que se tornou um viral na internet e gerou repercussões no mundo inteiro conseguiu até que a Madonna declarasse que faz xixi no banho. Qual empresa que não adoraria ver um viral na internet que divulgasse aspectos positivos de sua marca? Qual empresa não adoraria que a Madonna se pronunciasse a favor de sua campanha, sem que para isso tivesse que desembolsar uma grande quantia?

Infelizmente muitas vezes as empresas acreditam que para isso é preciso fazer um vídeo aparentemente caseiro e com piadinhas de gosto duvidoso. Ainda bem que Cannes veio ratificar que vídeos inteligentes, com excelente produção e bom gosto podem se tornar virais de sucesso.

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